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Gestão profissional de Previdência Privada oferece melhores resultados

No mercado brasileiro, um produto de investimento está se tornando cada vez mais popular e ganhando novos clientes: trata-se da previdência privada, uma aplicação que chama a atenção de jovens e de outros investidores mais experientes que buscam esse produto para ter uma reserva financeira para aposentadoria.

No Brasil, o mercado de previdência concentra hoje mais de R$ 800 bilhões e o produto é o segundo mais popular entre os brasileiros. Ela fica atrás apenas da caderneta de poupança, segundo dados da ANBIMA, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais.

Só em janeiro, a captação dos planos de previdência privada VGBL e PGBL registraram alta de 18% na comparação com o mesmo mês de 2018, segundo a CNseg, Confederação Nacional das Empresas de Seguros, Previdência, Vida, Saúde e Capitalização.

Com esse volume expressivo e a popularidade entre os investidores, a tendência para 2019 é de crescimento constante desse tipo de investimento, por conta das discussões e incertezas sobre a reforma da Previdência.

Com as mudanças no atual regime previdenciário do país, muitos trabalhadores ainda não sabem em quais condições conseguirão se aposentar no futuro. Nesse cenário, os planos de previdência privada estão se tornando uma das principais opções para quem busca garantir a aposentadoria sem depender do regime público. Esses clientes costumam optar por depósitos mensais e retirada dos investimentos após um longo prazo, no momento em que se aposentam.

Apesar de ser uma boa opção para quem busca ter uma fonte de renda durante a aposentadoria, muitos investidores que aplicam na previdência privada, no entanto, não têm o hábito de checar os rendimentos do produto durante o período em que realizam os depósitos. Para muitos, apenas o hábito de poupar já é o suficiente. Com isso, muitos investidores deixam de ter uma melhor performance de seu patrimônio ao não fazer a gestão adequada do investimento.

Um dos fatores que explica a desistência dos investidores em buscar uma melhor gestão desse produto é a burocracia enfrentada para fazer a portabilidade do plano de previdência. Quando um cliente opta por migrar seus recursos investidos para um fundo com melhor performance, precisa apresentar formulários assinados à instituição financeira. Com isso, acabam por desistir dessa mudança e abrem mão de ter uma melhor rentabilidade. Mesmo com todas essas dificuldades, em 2018 os investidores brasileiros fizeram a portabilidade de R$ 24,2 bilhões investidos em planos de previdência entre seguradoras, volume duas vezes maior do que o registrado em 2016, segundo a ANBIMA.

Como opção para os investidores, existe hoje no mercado um modelo diferente de se investir em previdência que resolve a questão da administração dos recursos. Trata-se de um FOF de Previdência Privada, ou Fundo de Fundos. Esse tipo de veículo aplica os recursos dos clientes em diversos fundos de mercado, em vez de apenas um, como é usual. Todo esse processo é feito por um gestor de investimentos, que conta com autonomia e fica responsável por investir os recursos nos fundos mais rentáveis e com melhor performance.

Além de fazer retiradas daqueles que não apresentam os resultados esperados, ele pode promover a mudança sem a necessidade da portabilidade. Essas decisões ajudam o investidor a garantir uma gestão adequada do seu patrimônio sem a burocracia exigida pela portabilidade dos planos, já que o gestor tem autonomia para realizar as operações necessárias dentro da carteira de Previdência.

Para termos uma ideia da importância que a administração de um fundo de previdência faz, podemos ver o tamanho dessa diferença por meio de uma simples simulação:

Um investidor que aplicar R$ 500,00 mensalmente durante 30 anos em um plano de previdência com rendimento de 7% ao ano terá uma diferença de aproximadamente mil reais a mais (um capital acumulado 20% maior) que um investidor que aplique o mesmo montante porém em um plano com rendimento de 6% ao ano.

Isso quando falamos em uma rentabilidade apenas 1% ao ano maior.

 

 

Muitos investidores podem pensar que o custo de contar com um gestor para seu plano de Previdência é muito alto e não vale tanto a pena. O fato é que esse gestor também acaba sendo remunerado por meio dos rebates repassados pelos fundos. Com isso, os custos são mitigados e não afetam os rendimentos dos clientes.

Para os clientes que não têm o hábito ou a possibilidade de acompanhar seus investimentos com frequência, principalmente os de longo prazo, a Previdência FOF acaba sendo a melhor opção para garantir uma maior rentabilidade sem o desgaste da burocracia.

Vale a pena o investidor ficar atento a essas estratégias mais rentáveis e que melhor atendam suas necessidades e objetivos.

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